
Sexta dia 14 de agosto no Plano B farei sons vocais em um duo com o Montano
13 07 2009Comentários : Deixar um comentário »
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Presente lindo do poeta Lucky Leminsky
8 07 2009Camila
Santo
é o canto
do mar profundo
olhos nos olhos
num acalanto
com este
e outros
mundos
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CLIPPING – GIM
13 11 2008|
Grupo de performers faz estréia no Fórum |
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Sobre cultura, tecnologia e a sociedade
28 08 2008
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Ano começando com boa nova
5 01 2008Mexe Q Mexe, uma experiência vocal que compartilhei no Overmixter, da plataforma Overmundo é hoje um dos áudios mais votados do site!
O Dj Gel já fez duas intervenções uma neste áudio que chamou de Gigiomix Amandtempassa.mp3 e outra no Kung Fu, que chamou de GelmixinMilaSanKgfu.mp3. Em breve estarão no meu myspace e no ning. Confiram.
Para quem quiser usar o material também, tem todas as informações sobre o creative commons em: http://www.overmundo.com.br/overmixter/media/people/camilasanto
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Alteridade Brasil Europa
6 07 2007
França Antártica
Migrations
Uma performance-instalação de Camila Santo
08 de JULHO 2007
Bienal de Arte Contemporânea de Dieppe
Apoio: Ministério da Cultura
(veja o catálogo virtual da exposição)
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Orixas
10 12 2006Entra a série africana, que vem trazer as raízes da memória. A identidade que se perpetua através das forças da natureza. A mutação da personalidade. A família que o destino nos traz. A humanidade que construímos. A pessoa que somos.
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Articulação
5 06 2005Resumo do projeto
A Terra era Azul
A artista plástica e ambientalista Vera Patury, idealizadora do projeto A Terra era Azul, foi convidada pela organização do VII Symposium Internacional da Água, a se apresentar em Cannes, em junho de 2005, sendo indicada pelo Adido Cultural Francês, para o Prêmio Cultural do evento.
O projeto A Terra era Azul, será iniciado em Macaé, Rio de Janeiro, em 5 de junho de 2005, Dia Internacional do Meio Ambiente.
Durante duas semanas, serão realizadas oficinas de arte, com apoio de palestras e recursos áudio visuais sobre a Água , sua importância e como contribuir para a sua proteção, com a participação de 1200 crianças, que tecerão em grupos, uma Instalação Coletiva, uma enorme Cachoeira, que será exposta durante o mês de junho.
A seguir,todo o material artístico,será preparado para a viagem para Cannes, onde será realizada montagem da exposição e Instalação A Terra era Azul com a realização de oficinas, abertas para os estudantes, congressistas e visitantes.
O material produzido, em Cannes, será finalizado, acrescentado ao material trazido do Brasil,e será criada uma Nova Instalação Coletiva, realizada pelos participantes, simbolizando o envolvimento da comunidade internacional, na preservação da Água.
Serão distribuídos folders, com material educativo em francês, inglês e português.
Por Vera Patury
Resultado
http://www.macae.rj.gov.br/noticias/mostranot.asp?id=2292
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Mitos Brasileiros
15 09 2004
Ícones da Mitologia brasileira
O Brasil é um país de identidade mestiça. Aqui se cruzaram culturas e crenças de três continentes. Três raças que hoje coexistem, miscigenadas. Mitos Brasileiros são os personagens que foram narrados em crenças populares durante a história do Brasil, mesmo antes da colonização.
O que é mito ?
O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Que verdades podemos encontrar neles? Quais suas possíveis origens e interpretações?
Everardo rocha em O que é mito?
Baseando-se numa verdadeira pesquisa etnográfica, cromática e semiológica do imaginário indígena, africano e europeu no Brasil, propõe-se aqui criar ícones dos personagens que compõem a mitologia brasileira, sejam eles espíritos da natureza ou orixás, santos ou monstros, deuses ou amazonas, ou o que Roland Barthes definiria humildemente como “palavra”.
(…)Ao tom monocórdio dos urungos monótonos, o negro constava sua gesta milenar. E também animais e homens esplêndidos ressurgiram para a vida americana perdendo-se nas florestas(…). A vastidão dos matos, dos rios, dos chapadões desolados, as caatingas, de vegetação rala do litoral, cheiroso de cajueiros, não estava vazia de entidades poderosas e ardentes. Deuses e duendes, sem processo litúrgico, sem oblação ritual, sem certeza em sua finalidade, infixos e terríveis, protetores e maus, invisíveis e presentes, corriam entre os troncos de cem anos, deixando rastros n’alma assombrada dos indígenas.
Luis da camara cascudo em Geografia dos Mitos Brasileiros.
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NoMusic – Libération
10 12 2003| .Digitales Performance Nomusic, la révolution sonorePar Annick RIVOIRE vendredi 06 décembre 2002 |
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Nomusic Tournament du 10 décembre à 19 heures (GMT + 1) au 11 décembre à 19 heures sur http://www.nomusic.org/
epousser les limites de la performance, défier ces règles qui stipulent qu’un spectacle a besoin d’une scène et de spectateurs. Nomusic, plateforme mobile audio très libre, boucle mardi et mercredi son «tour du monde électronique des flux audio expérimentaux en réseau» par une quatrième révolution terrestre de sets sonores en direct du Web. Vingt-quatre heures pour 24 sources émettant de zones géographiques distinctes, soit un marathon du streaming, orchestré par Carl. Y et laboîteblanche, deux purs rejetons de la culture réseau. Ni musiciens, ni informaticiens, encore moins artistes au sens productiviste du terme, ces deux-là seraient plutôt plasticiens sonores. En tout cas des chercheurs de «nouvelle musique», dit laboîteblanche, ou «plutôt d’une nouvelle position par rapport à la musique», amende Carl.Y
Le brun et le blond, tous deux alsaciens, se sont rencontrés online, comme deux mouches attirées par le même pot de miel, en l’occurrence l’esprit des Zones autonomes temporaires (les TAZ) à la Hakim Bey (1). «Nous lâchons un flux, à chacun ensuite de l’utiliser.» Leur concentré de culture digitale utilise la matière sonore et le streaming pour une expérience live radicale, puisque sans autre possibilité d’écoute : Nomusic refuse d’archiver ces sessions. Internet, pourtant immense base de données, véhicule trop d’«informations mortes» et Nomusic n’entend pas le «polluer» davantage, explique laboîteblanche. Pour «être des switcheurs humains, des passeurs, des émetteurs libres», ces orfèvres du Net en appellent à l’esprit des radios libres.
La quatrième édition du Tournament, propose donc 24 lives en provenance de Strasbourg, Tokelau (Polynésie), Bruxelles, Wellington (Nouvelle-Zélande), Philadelphie (Etats-Unis) ou Francfort. Côté son, il n’est pas sûr que l’ensemble soit des plus mélodieux : entre Camila Santo, brésilienne «mulâtre performeuse interbiographe» (comme elle se définit), l’Audiolab, le studio son de la Villa Arson à Nice, et Carl. Y et laboiteblanche, qui mixent le «son du réseau», les scanners des fréquences radio captées en direct sur l’Internet (les échanges des polices, services d’urgence, aéroports ou amateurs), la palette sonore sera forcément éclatée. Peu leur chaut, à nos deux performeurs, puisqu’il s’agit de fêter «un an d’audit à travers le réseau mondial». Ne reste plus qu’à inventer la catégorie musicale «Net-son»….
(1) La TAZ, Zone autonome temporaire, est en ligne et en version française (www.lyber-eclat.net/lyber/taz.html) ou en librairies aux éditions de l’Eclat, mai 1997, Paris.
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